“[Essa regulamentação da Anvisa] aproxima o Brasil de modelos médicos regulados por licenças e rastreabilidade, como os de Canadá, Austrália, Alemanha e Israel, que combinam controle sanitário, segurança e monitoramento da cadeia. Ainda ficamos atrás onde esses países já têm ecossistemas mais maduros de pesquisa clínica, produção em escala e integração com políticas de acesso do paciente”, avalia Anghinah.
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