A equipe então se voltou para os cérebros dos camundongos e mediu a atividade gênica em células da MPOA. A partir disso, os cientistas descobriram que pais mais carinhosos também apresentavam níveis mais baixos de atividade gênica de um gene chamado agouti, relacionado, em estudos anteriores, ao metabolismo e à pigmentação da pele. “Descobrir esse papel até então desconhecido no cérebro, ligado ao comportamento parental, foi emocionante”, disse Rogers.
