A hanseníase foi registrada historicamente no Chile no fim do século XIX em Rapa Nui, também chamada de Ilha de Páscoa. No continente, a doença teve presença limitada, com introduções esporádicas que foram controladas por meio de isolamento e tratamento na ilha, onde os últimos casos secundários foram tratados no final da década de 1990. Desde então, o Chile não registrou novos casos surgidos no país por mais de 30 anos.
