g1 – Em 40 anos de pesquisa, o que mais mudou no coração do brasileiro?
Robson Santos – Mudou menos do que a gente gostaria. Houve um avanço enorme no diagnóstico e no tratamento das doenças cardiovasculares. Hoje temos exames muito mais precisos e acessíveis, e uma terapêutica muito mais eficaz. Por outro lado, os fatores de risco aumentaram muito: obesidade, sedentarismo, estresse crônico, piora do padrão alimentar. Então, apesar do progresso da medicina, o grande desafio passou a ser contrabalançar esse avanço científico com uma realidade nutricional e ambiental cada vez mais desfavorável.
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‘Vivemos mais, mas o coração também sofre mais’, explica especialista
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